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Contra
essa Reforma
Universitária
Está anunciado o
fim da Universidade Pública Brasileira que será consumado assim
que o PL7200/06 for assinado pelo executivo. Mas o projeto só
estará terminado quando todos os empresários da educação fizerem
as modificações que julgam necessárias para a mercantilização de
fato do ensino superior brasileiro.
Entretanto, temos que ter em mente que esse projeto de
privatização foi fragmentado e cada fragmento foi renomeado de
acordo com a lógica dos privatizantes. Leis como a da Inovação
tecnológica, do Prouni, do SINAES e do Decreto de Fundações já
fazem parte dessa Reforma que o governo quer implantar. Servem
para facilitar a criação e expansão da Universidade Privada e
legalizar a privatização das atuais Universidades Públicas.
Aos estudantes brasileiros o que cabe é lutar contra essa
reforma. Apesar da UNE aceitar dialogar e negociar a reforma com
o governo, a maioria dos estudantes se manifestam contrariamente
a essa reforma, entre eles os da Unifesp, que por meio do DCE,
integram algumas frentes de luta contra a Reforma Universitária
do Governo Lula.
Clique no título
desse resumo para ler um texto que abrange mais pontos sobre a Reforma
Universitária do Governo e dos mercadores da educação.
Responsável por
esse resumo: Cairo CG-DCE |
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Por
Assistência estudantil
Na Unifesp existe um conceito estranho á atual realidade dos
estudantes que é derivado das origens históricas da instituição
e que ainda hoje é conservado nas mentes pessoas responsáveis
pelo planejamento e gestão de nossa Universidade. Esse conceito
é o de que estudante da Unifesp não necessita de Assistência
Estudantil.
Quiçá, algum dia a Unifesp já foi assim, mas há algum
tempo que não é mais. No Campus Vila Clementino, que é o mais
antigo, o que se tem de assistência é um Bandejão que custa R$
2,50 (e isso por conta da intensa briga do DCE na Comissão do RU
para que o preço não subisse para os estudantes), e mais alguns
auxílios permanência. O restante são bolsas, e poucas (PIBIC,
Extensão, FAPESP e etc.).
Entretanto, nos novos campi a situação da
assistência estudantil está, ainda e inacreditavelmente, pior do
que no Campus Vila Clementino, visto que não existe
bandejão, não existe serviço de assistência à saúde do
estudante, não existe, muitas vezes, laboratórios de informática
ou biblioteca adequadas (com algumas exceções) e também, apesar
de isso não ser assistência estudantil, não existe um número
suficiente de bolsas de iniciação científica.
Nesse gravíssimo cenário, o que o DCE pede
urgentemente, é ao menos a criação de um bandejão barato e de
qualidade em cada campus, mas isso sem esquecer das
outras políticas de permanência que são igualmente fundamentais
aos estudantes.
Responsável: Cairo CG-DCE |
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DCE - O Mutirão
O Mutirão é um movimento
que visa agregar cada vez mais estudantes na administração e
gerência do DCE. Faz parte de uma série de medidas anti-apatia que a Contra~Corrente vem implementando no DCE-Unifesp.
O movimento Mutirão faz parte da visão de democracia
que balizou o DCE desde sua criação e primeiras gestões: a
democracia participativa. No âmago das transformações sofridas
pela sociedade e dificuldades de representatividade e
legitimidade pelas quais passam os movimentos sociais, está a
atual forma de "representação" herdadas da sociedade
conservadora portuguesa. É a chamada democracia representativa
que foi criada para legalizar o poder de uma minoria baseado
numa suposta e falsa representatividade.
Com quatro meses de gestão essa gestão está conseguindo, baseada na gestão
participativa da construção coletiva, mudar a postura de alguns
estudantes frente ao DCE, à Unifesp e à sociedade. Resumindo: os
frutos já estão sendo colhidos com apenas cinco meses de
plantio.
Mas temos que lutar para que melhore cada vez mais, já
que ainda está muito longe do que queremos.
Responsável: Cairo CG-DCE/2007 |
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Por um Movimento
Estudantil unido
Falta escrever, alguém se halilita? |
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